AZEITE DE OLIVA
Um dos óleos vegetais mais conhecidos da população, portanto merece destaque por aqui. É um óleo obtido por meio da prensa das azeitonas, pobre em gorduras saturadas e rico em antioxidantes, especialmente a vitamina E, que atua no organismo favorecendo todas as suas funções e protege contra o câncer. O uso do azeite de oliva reduz o colesterol ruim e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, isso devido ao seu alto teor de ácidos monoinsaturados, A prevenir a arteriosclerose e seus ricos, melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas, digere-se com maior facilidade do que qualquer outra gordura comestível acelera as funções metabólicas, produz efeito protetor e tônico da epiderme (pela vitamina E), estimula o crescimento e favorece a absorção de cálcio e a mineralização.
De preferência na hora da compra pelos azeites extras virgens (são os mais puros, fruto da primeira extração) prensados a frio, e acidez menor ou igual 0,5% (quanto menor a acidez, mais virgem é o azeite e mais substâncias antioxidantes estarão presentes), e também orgânico (livre de agrotóxicos), pois com estas características os azeites são bem melhores para o nosso consumo e funcionamento do organismo. O armazenamento também é importante, guarde a embalagem em temperatura ambiente, local com pouca umidade, fresco e protegido da luz.
Quanto ao uso, prefiro que seja na forma natural, em saladas, por sobre a comida ou ingerindo uma colher de sobremesa pela manhã, mas tem quem os use em frituras alegando que em virtude de sua composição ele mantém suas propriedades, mesmo nas temperaturas mais elevadas, protegendo o alimento mantendo suas propriedades e incorporando seus elementos positivos (mas lembre-se fritura é prejudicial ao nosso organismo).




"Intitulada TRIGR (sigla em inglês para Experiência para redução de insulina dependentes geneticamente em risco no diabetes mellitus), a pesquisa observou durante 10 anos cerca de 2.200 bebês geneticamente propensos a desenvolver o diabetes. E mostrou que dos 80% pesquisados que consumiram uma fórmula com as proteínas do leite quebradas, 60% tiveram menos chances de desenvolver a doença. Para a equipe de cientistas o problema pode ser evitado com mais tempo de amamentação e, quando a criança passa a comer; uma dieta variada com legumes e frutas. " "Revista Vegetarianos Ano 5 nr. 59"
PORTANTO VAMOS INCENTIVAR A AMAMENTAÇÃO, E SÓ EM ÚLTIMO CASO ENTRAR COM O LEITE EM PÓ OU SEJA APENAS QUANDO A MÃE NÃO TIVER LEITE. MAS A FALTA DE LEITE PODE SER AUMENTADO COM UMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA E COM A ESCOLHA CERTA DE ALGUNS ALIMENTOS, FAZENDO COM QUE A MÃE PASSE A PRODUZIR MAIS LEITE.